Publicado em 09/03/2018 08h41

Brasil fora do topo de exportação de alimentos para China

Pesquisa do USDA realizada em quatro cidades revelou grande participação de Austrália, Estados Unidos e UE

Um novo estudo do Departamento da Agricultura dos Estados Unidos (USDA) sobre os alimentos para consumo humano importados na costa leste da China revela dados muitos importantes sobre o padrão de consumo chinês. A consulta a mais de 1.300 consumidores de quatro grandes cidades não coloca o Brasil no ranking dos principais envios de alimentos ao consumidor final ao gigante asiático.

O mercado de alimentos importados das cidades de Shanghai, Wuhan, Nanjing e Ningbo é de US$ 10 bilhões. A participação dos Estados Unidos neste mercado é de US$ 2,3 bilhões com principalmente fruitas, lácteos vinho e cerveja. A cidade de Shanghai possui aproximadamente 60% das compras internacionais dos quatro municípios.

A pesquisa revela que os hábitos dos consumidores de alimentos importados na China revelam que são pessoas de altíssimo poder aquisitivo que leva em conta o valor nutricional dos produtos, o sabor e a segurança. O valor, segundo o estudo, não é considerado uma das principais questões para estes consumidores. Poucas informações nos pacotes dos produtos foi uma das principais reclamações dos entrevistados.

O gasto por entrevistado com alimentos importados na pesquisa do USDA foi de US$ 1.500 anualmente. Os outros líderes nos envios desses produtos, além dos Estados Unidos, são Austrália, Nova Zelândia, União Europeia e os países do sudeste da Ásia, como Malásia. Os Estados Unidos lideram os envios de produtos à base de porcos, enquanto a União Europeia lidera nas exportações de laticínios.

Autoria: Leonardo Gottems | Agrolink

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