O milho teve dia de correções na B3 e apresentou baixa nos contratos, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Apesar dos fundamentos permanecerem os mesmos, no momento há uma baixíssima liquidez no mercado, como provam os diversos estados consumidores e vendedores de milho no Brasil, em que de um lado, o temor do produtor segura as vendas e o fluxo de caixa das indústrias, que vêm sofrendo a alguns meses, pausa as compras”, comenta.
“Na bolsa de mercadorias, não foi diferente e poucos negócios foram realizados no dia de hoje, com ênfase maior para o contrato de setembro. No fechamento do dia, julho apresentou a cotação de R$ 92,40, com baixa de 1,73%; setembro fechou a R$ 93,55 (-3,94%); novembro a R$ 94,15 (-4,11%); janeiro a R$ 95,83 (-3,49%) e março a R$ 95,90 (-3,89%)”, completa a consultoria.
Em Chicago, o milho cai 38,75 cents/bushel com previsão de duas semanas de chuva nos Estados Unidos. “As chuvas em áreas dos Estados Unidos que estavam com seca trouxeram grande alívio ao mercado. Além disso, os mapas de previsão parecem favoráveis, com chuvas e temperaturas normais para as próximas 2 semanas, onde serão etapas fundamentais na definição dos rendimentos. No Brasil, a estimativa de Safrinha foi ajustada para 54 milhões de toneladas contra 60 milhões de toneladas, anteriormente, devido à seca e geadas recentes”, indica.
“A previsão de 7 dias da NOAA mostra uma faixa de chuva de S.W. Minneapolis, através de Ohio, devem receber 4-5 ”. Já os estados de Dakota do Sul, Nebraska, Kansas, Wisconsin e Northern Minneapolis receberão precipitação do sistema com acumulações abaixo de 2””, conclui.