Outra semana se abre com variações positivas para a soja no estado do Rio Grande do Sul, tanto para o dólar quanto Chicago, mas o vendedor otimista não teve interesse no mercado, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Há duas semanas, algo em torno de 200.000 toneladas foi negociado, que deu fôlego aos vendedores. Depois disto, o mercado não retornou aos mesmos níveis, provocando perda de interesse”, comenta.
Em Santa Catarina os preços sobem novamente, com negócios pontuais. “O mercado segue para outra segunda-feira calma e com poucos negócios. Os valores do dia seguiram a tendência do mercado e marcaram altas consideráveis de cerca de R$ 3,00/saca para pagamento em novembro, com soja indo a R$ 175,00 spot e a R$ 179,50 para pagamento em janeiro de 2022. Isso demonstrou um aumento de força para a soja, fazendo com que os vendedores à espreita se movimentassem, o escoamento de volumes do dia esteve próximo a 1.000 toneladas”, completa.
Enquanto isso, os preços sobem R$ 3,00/saca no Paraná, mas não chegam onde o vendedor quer. “No Paraná a situação prossegue sendo a mesma, quase nada sai em negócios embora os preços respondam com força, com Chicago subindo e dólar indo acima em outros 0,66%. O produtor, se mostra bastante defensivo, mas decide avançar um pouco em meio a insegurança, com a soja 2020 já bastante avançada, a tentativa é de polpar volumes e buscar preços melhores, mas ao menos 5.000 toneladas saíram hoje, volumes mais de manutenção”, indica.
No Mato Grosso do Sul, os preços sobem até R$ 5,00/saca. “Nesta segunda-feira os níveis de preço foram mantidos, mesmo com a alta do dólar e de Chicago. Isso se deve ao fato de que o produtor se mostra satisfeito, de forma que a relação entre oferta e demanda se equilibra”, conclui.