Milho: B3 começa a semana com altas entre 1,54% e 2,35%
Publicado em 28/09/2021 11h58

Milho: B3 começa a semana com altas entre 1,54% e 2,35%

Em Chicago o milho fechou em forte alta, com expectativa de redução do estoque trimestral
Por: Leonardo Gottems

De acordo com a TF Agroeconômica, as principais notícias desta segunda-feira envolviam a isenção de PIS/Cofins  para operações de importação para criadores de animais, e a alta do dólar, o que elevou as cotações do milho no mercado futuro de São Paulo. “Na medida governamental, o Governo Federal suspendeu a cobrança do tributo na importação até 31 de dezembro deste ano”, comenta. 

“O objetivo é desonerar o custo de aquisição externa com foco no aumento da oferta interna buscando reduzir a pressão de preços e os custos dos criadores de animais. Com isso, a leitura de players, tanto pela conversão de moeda, quanto pela alta na paridade de exportação, é  que  o  grão  de  milho  passou  a  valer  mais. Nos fechamentos,  Novembro/21  cotou  R$  R$  92,88 (+2,35%); janeiro/22 a R$ 94,14 (+2,04%); março/22 a R$ 93,85 (+1,92%) e maio/22 teve alta a R$ 89,13 (+1,54%)”, completa. 

Em Chicago o milho fechou em forte alta, com expectativa de redução do estoque trimestral. “O  contrato  de  milho  para  dezembro21  fechou  em forte alta de 2,37% ou 12,50 cents/bushel a $ 539,25; o  contrato  para  julho22,  importante  para  as exportações brasileiras, fechou também em forte alta de de 2,32% ou 12,50 cents/bushel a $550,75. A firmeza no mercado disponível impulsionou toda a faixa  de  preço  futura”, indica. 

“O USDA informou, 517.539 toneladas de milho foram enviadas  durante  a  semana  que  terminou  em  23/9, contra  403k  T  da  semana  passada,  mas  ainda  bem abaixo  dos  826.995  T  durante  a  mesma  semana  da temporada  passada.  Os  embarques  de  milho  no corrente ano comercial estão atrás do ritmo da última temporada em 60% a 1.139 milhões de toneladas”, conclui.