No estado do Rio Grande do Sul, grandes compradores estão fora de negócios e só foram vistos negócios pequenos e pontuais, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Hoje falamos com grandes compradores do estado do Rio Grande do Sul, ligados às maiores indústrias do Estado, e que a este momento, declaram-se oficialmente “comprados” para o cereal, nos meses de novembro e dezembro. Faltando poucos dias para a virada de ano, restam no estado apenas pequenos compradores, consumidores “da mão pra boca” ainda atuantes no mercado disponível”, comenta.
Em Santa Catarina o valor do suíno vivo recua no início do mês, enquanto os negócios de milho fecham em ritmo lento. “Os valores do suíno vivo recuaram em Santa Catarina neste início de mês. Em outubro, estes chegaram ao maior valor desde abril deste ano, quando, segundo a Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), as referências foram de até R$ 7,13 o quilo, e hoje, apresentam-se em torno de R$ 6,34. Ainda, segundo a Associação, o preço médio entre os meses de 2021 foi de R$ 7,12 o quilo”, completa.
No Paraná os preços de milho balcão caem até R$ 3,00 em algumas regiões, com negócios no oeste a R$ 84,00. “Os preços de milho balcão derreteram hoje no estado do Paraná, caindo entre R$ 1,00 a R$ 2,00 entre as cooperativas, em um movimento que acompanhou a Bolsa de Chicago e a pouquíssima procura que o estado vem tendo pelo cereal. No centro-oeste, no entanto, uma destas cooperativas baixou até R$ 3,00, onde na sexta-feira (05/11) o preço era de R$ 79,50 por saca, e hoje foi de R$ 83,50”, conclui.