Os contratos de milho na bolsa de mercadorias andaram de lado neste início de semana, em que pressões climáticas vindas do Brasil e o cenário internacional, principalmente no que diz respeito às notícias da nova variante do coronavírus, preocupam traders. As informações foram divulgadas pela TF Agroeconômica.
“Na bolsa de Chicago, para os vencimentos mais próximos, viu-se uma desvalorização entre 4,75 até 5,00 pontos, em que analistas internacionais avaliaram que as perdas não foram maiores porque foram provavelmente limitadas pelas fortes perspectivas de exportação do relatório de vendas de exportação da semana passada”, comenta. “Nos fechamentos, O vencimento janeiro/22 foi cotado à R$ 89,34 com elevação de 0,49%, o março/22 valeu R$ 89,52 com alta de 0,58%, o maio/22 foi negociado por R$ 85,70 com ganho de 0,35% e o julho/22 teve valor de R$ 81,98 com perda de 0,16%”, completa.
Em Chicago o milho fecha em queda, puxado pelo trigo e chuvas na América do Sul. “A cotação do milho para dezembro21 fechou em nova alta de 1,12% ou 6,50 cents/bushel a $ 586,25. A cotação de julho22, importante para as exportações brasileiras, fechou também em alta de 1,14% ou $6,75 cents/bushel a $ 597,25”, indica.
“O relatório semanal de inspeções de exportação mostrou 766.063 toneladas de milho embarcadas durante a semana que terminou em 25/11, queda em relação aos 825k T da semana passada e 1.045 MT enviados durante a mesma semana do ano passado. O México foi o principal destino, com 327.440 do total. O USDA revisou relatórios anteriores, adicionando 207.160 T para um acumulado de 8.581 MT de milho exportado até 25/11. O ritmo do ano passado foi de 10.344 MT”, conclui.