Em relação ao milho brasileiro a B3 apresenta campo misto, mas próximo à estabilidade com poucos contratos são movimentados na sessão, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Por mais um dia, traders estiveram de olho no clima dos estados do sul, onde a situação parece piorar a cada dia”, comenta.
“O ritmo do final de ano, no entanto, não permitiu grandes avanços para as cotações e o que se viu ao final da sessão na B3 foi um mercado lento, com poucos contratos sendo negociados e com a precificação já estabelecida em patamares de queda, próximos dos R$ 90,00 por saca para os vencimentos de curto a médio prazo, o que reflete bem o mercado físico das principais praças de negociação”, completa. No fechamento da sessão, o vencimento janeiro/22 foi cotado à R$ 93,27 (-0,47%); março/22 valeu R$ 95,20 (-0,42%); maio/22 foi negociado por R$ 90,45 (+0,06%) e o julho/22 teve valor de R$ 85,60 (+0,06%).
Em Chicago o milho fecha em alta por preocupações com clima seco no Brasil e Argentina. “A cotação do milho para março22 fechou em alta de 0,90% ou 5,25 cents/bushel a $ 590,25. A cotação de julho22, importante para as exportações brasileiras, fechou em alta de 0,81% ou $ 4,75cents/bushel a $ 591,75”, indica.
“A preocupação com o baixo índice pluviométrico e as altas temperaturas em regiões da Argentina e do Brasil impulsionaram os preços. Somado a isso, espera-se um grande dinamismo na demanda interna dos EUA para a produção de etanol. Os futuros do petróleo bruto estão estendendo seu recuo com uma queda de 2,08% na terça-feira, para $ 69,81 / bbl”, conclui.