“Independentemente de reconhecermos o direito de protesto e de manifestação, temos o dever de alertar para o fato de que a duração e o alcance desse movimento já estão provocando graves perturbações nas cadeias produtivas do agronegócio”, diz o comunicado assinado pelo presidente João Martins da Silva Junior.
“Na ausência de uma rápida solução para o conflito, teremos danos irreparáveis à economia da produção, com reflexos severos na vida de toda a população brasileira. Diante disso, esperamos que as autoridades construam uma solução imediata para o impasse”, conclui a CNA.