A forte alta do Dólar norte-americano frente a outras moedas no cenário internacional pressionou as cotações dos futuros da oleaginosa nos Estados Unidos, que passa a ser menos competitiva. Também pesa negativamente a expectativa pela divulgação de novos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), que no próximo dia 10 devem trazer redução dos estoques domésticos, aumento das exportações e revisões nas safras sulamericanas.