Os beneficiários do projeto são integrantes de escolas, creches, associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes), hospitais e unidades de reabilitação de dependentes químicos, que recebem caixas com pacotes da bebida em pó para serem diluídas. E as instituições não se limitam a dar apenas a bebida para seus usuários: algumas estão inovando.
“Muitos fazem bolos, sorvetes, sobremesas. Um exemplo é um projeto de Rondonópolis que atende cerca de mil andarilhos da cidade. A principal sobremesa deles é o picolé feito à base da bebida de soja, que não pode faltar”, conta a coordenadora do Agrosolidário, Patrícia Pasqualin, a Tuka.
Outra iniciativa que também será ampliada neste ano é a Cozinha Experimental da Soja, que já é ofertada a estudantes e moradores do bairro Sucuri, em Cuiabá, por meio da Associação Criança Feliz (Acrife). Os “alunos” da cozinha aprendem a fazer receitas à base de produtos de soja para introduzi-los na rotina da alimentação. “Mostramos que comer à base de soja é fácil, barato e saudável”, completou Tuka.
A primeira aula do projeto neste ano será no próximo dia 11/03, com 30 alunos das 7ª e 8 ª séries da Escola Municipal Hilda Caetano. Porém, as atividades serão levadas para outras comunidades carentes de Cuiabá e do interior. A programação inclui uma aula por mês até novembro.
ARTE - O Instituto Flauta Mágica, que apoia 800 crianças carentes de Cuiabá para terem formação musical – flauta doce e coral - e aulas de ballet, é outro projeto que tem a Aprosoja como parceira por meio do Agrosolidário. Em 2015, não será diferente. A entidade segue patrocinando a contratação de professores e a manutenção do Instituto.
“Os professores, formados pelo Instituto, já estão dando aulas em outras escolas. A programação para apresentações dos grupos é periódica e já está sendo definida para os próximos dias”, informou Tuka. (Com assessoria)