Os números do novo boletim mensal de oferta e demanda manteve inalterada a projeção divulgada em fevereiro. O resultado foi na contramão das expectativas do mercado, que esperava diminuição, e acabou se refletindo em queda nos preços dos contratos futuros da oleaginosa.
As exportações dos Estados Unidos também foram mantidas em 48,72 milhões de toneladas, assim como o esmagamento interno permaneceu em 48,85 milhões de toneladas. A produção brasileira segue prevista em 94,5 milhões de toneladas e a da Argentina em 56 milhões, preservando as projeções feitas em fevereiro.