As exportações da Índia, segundo maior produtor de açúcar do mundo atrás do Brasil, poderiam ajudar a reviver uma mínima no contrato de referência de Nova York, que tocou o menor valor em seis anos nesta semana.
O real tem pressionado os preços mundiais do açúcar, mas a rupia indiana não caiu na mesma proporção para impulsionar as exportações do país, disse Yatin Wadhwana, diretor da Sucden India, à Reuters, durante uma conferência.
Na segunda-feira o dólar ante o real fechou no maior patamar desde junho de 2004.
O real mais fraco eleva retornos para os exportadores brasileiros, porque o açúcar é cotado em dólares. Mas a fraqueza da moeda e mais baixos preços mundiais do adoçante têm prejudicado os planos das exportações indianas.
"Quando o subsídio foi anunciado (pela Índia), houve muito otimismo, mas a subsequente queda do real tornou as exportações difíceis", disse um operador baseado em Mumbai.