A pressão sobre o mercado norte-americano da oleaginosa perdeu força com a desaceleração da alta do Dólar ante as demais moedas. Também os números do NOPA (Associação Nacional dos Processadores de Oleaginosas dos EUA) não trouxeram novidades e influenciaram pouco nas cotações dos futuros, assim como os embarques semanais – que ficaram dentro das expectativas.