“Desses, 40% são absorvidos pela cadeia de produção para trabalhar na prestação de serviços. Não falta mão de obra, mas falta qualificação”, reconheceu. Para garantir esse aperfeiçoamento, a AEA/MT oferece cursos em seguro agrícola, commodities, projeto, operacionalidade, entre outros. Outras informações podem ser obtidas no site www.aeamt.org.br ou pelo telefone 3027-7627.
No dia 15 de abril, durante o fórum que irá reunir lideranças da modalidade de Agronomia, será divulgada e homologada a tabela com valores mínimos de honorários para os profissionais que atuam na área. A ideia é que sirva de referência na hora da contratação do engenheiro agrônomo. Essa tabela deverá estar disponível no site do Crea a partir de 30 de maio próximo. (JD)
Apesar das dificuldades, atualmente, conforme João Dias, a qualidade dos alimentos consumidos é boa. “Hoje, consumimos produtos com alto teor de vitaminas, proteínas e carboidratos. O que nos preocupa é se esse consumo não está vindo agregado a alguns tipos de moléculas que podem causar danos à saúde”, reforçou. (JD)