A informação foi revelada por Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias,deputada federal pelo PSB-MS.
“Vamos primeiro fornecer um pouco mais de fertilizantes para o Brasil e depois começar a produzir aqui no País”, confirmou o presidente da seção russa do Conselho Empresarial Brasil-Rússia, Sergey Vasilyev. O recurso virá do governo russo, e pode ainda receber verba do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
“A Metaprocess não teria parceria com empresas brasileiras. As conversas com a companhia russa estão adiantadas, com estudos de viabilidade econômica. Mas a grande discussão no momento é o preço do gás a ser consumido na unidade", explicou Tereza Cristina. Segundo ela, esse gás seria importado da Bolívia via gasoduto Brasil-Bolívia.
“Passam pelo tubo cerca de 30 milhões de metros cúbicos de gás por dia. Dois milhões de metros cúbicos do gás vão para a nova fábrica e dois milhões para a unidade de fertilizantes da Petrobras. Ainda sobra bastante matéria-prima para novos investimentos no setor e na região", adiantou a deputada.