Eles vão verificar, em mais de 120 unidades armazenadoras credenciadas e da própria Companhia, quesitos como condições de armazenagem, conservação e quantidade de grãos.
Esta é a terceira etapa de fiscalização realizada este ano. As duas anteriores ocorreram nos estados do Centro-Sul, além de Bahia, Sergipe e Tocantins, com a inspeção de mais de 2 milhões de toneladas de produtos. De acordo com o superintendente de Fiscalização, Francisco Farage, a intenção é analisar as condições de 285,5 mil toneladas de grãos como milho, trigo, café, feijão e arroz. Os produtos foram adquiridos pela Companhia por meio dos programas Aquisição do Governo Federal (AGF) e Contrato de Opção.
Estão programadas, até o fim do ano, outras sete inspeções. Nos casos de ocorrência de desvio, a Companhia comunica ao Ministério Público e à Polícia Federal. Confirmada a irregularidade, o armazém é descredenciado e fica impossibilitado de operar com a Companhia por dois anos, tendo ainda que restituir o estoque inicial em dinheiro ou em produto.