Raça chama atenção pela sua pelagem diferenciada - Foto: André Feltes/Agência Preview
A Gypsy Horse foi desenvolvida há cerca de cem anos, entre ciganos que circulavam pelos países da Grã-Bretanha. Os ciganos queriam que seus cavalos fossem rústicos, adaptando-se a qualquer clima, e fortes e bonitos, para que combinassem com suas caravanas alegóricas. E também dóceis, para serem usados pelas crianças. A espécie é fruto do cruzamento de cinco raças.
No Rio Grande do Sul, não há nenhum exemplar do Gypsy Horse e, em todo país, estão espalhados cerca de 70 animais. A maioria está na cidade de Taiaçu, interior de São Paulo. Os cavalos ciganos têm grande aptidão para o trabalho, pois servem tanto para tração quanto para sela. Além disso, são aptos para adestramento circense e trabalho de campo.
Segundo o adestrador e gerenciador do Haras Gypsy Ranch Brazil, Vanderson Vieira, o que mais chama atenção nessa raça é sua estética, visto que apresentam uma pelagem diferenciada, com crinas longas nas patas e a “barba” comprida. No parque, há quatro cavalos expostos, sendo que dois deles vieram propositalmente para venda: Joe (box 2735), que já foi comercializado; e Thor (box 2733), em negociação. Os outros dois exemplares são Lorenzo (box 2736) e HotShot (box 2737).