Entre os diversos exemplos citados pelo pesquisador estão o aumento da resistência de alguns tipos de papel a partir de nanofibrilas de celulose. A origem destas nanofibrilas pode vir tanto da polpa kraft quanto de resíduos florestais. Outros exemplos são o uso de nanotecnologia para produção de suplementos alimentares, embalagens comestíveis, uso em compósitos, tratamento nanométrico para tratamento de superfícies hidro-repelentes, cerâmica avançada, cimento de alto desempenho entre outros. “Para a nanotecnologia ser realidade, temos ainda alguns desafios pela frente, como dispersão, caracterização, custo de materiais e, em especial, saúde e segurança”, pondera. “Nosso gap para chegar ao mercado é a questão de recurso, pesquisa e gente capacitada”, completa
O pesquisador acredita que a nanotecnologia pode ser uma grande aposta para o desenvolvimento do setor florestal, deixando de trabalhar somente com uma commodity para produtos de valor agregado. “Quanto mais tecnologia temos, maior o valor agregado aos nossos produtos. Consequentemente, maior valor de venda, maior lucro, maiores salários. É uma cadeia que só vai fazer crescer o setor”, aposta Washington.
Congresso
O 5º Congresso Florestal Paranaense é uma promoção da Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (Apre), Embrapa Florestas, Associação Paranaense de Engenheiros Florestais (Apef), Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro) e Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). O evento conta, ainda, com o patrocínio ouro da Itaipu Binacional e do Instituto de Florestas do Paraná; patrocínio prata da Arborgen e Klabin; patrocínio do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA-PR), Remasa e Tree Trading; apoio de Florestal Alvorada e Dinagro; além do apoio institucional da Curitiba Convention&Visitors Bureau e Sistema Fiep. Para mais informações, acesse o site www.congressoflorestalpr.com.br