De acordo com o diretor executivo do CESB Luiz Antonio da Silva, a finalidade do Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, é encontrar agricultores empenhados, selecionar técnicas viáveis para escala comercial e, assim, ampliar o rendimento das lavouras brasileiras. “Superar o recorde de produtividade do Desafio e incentivar a utilização das melhores práticas, fará com que a gente crie um ambiente para a difusão e uso da tecnologia aos agricultores, elevando a média de produtividade nacional da soja, com o desenvolvimento de uma plataforma tecnológica como referência de alta produtividade com sustentabilidade”, destaca o diretor.
Segundo o vencedor nacional da última edição do Desafio, o agricultor Alisson Hilgenberg, não é uma tarefa fácil chegar ao topo da produtividade. “Em uma área de 13 hectares investi fortemente em tecnologia e monitoramento constante da soja, mas também tive de contar com ações que não dependem do nosso empenho, como o clima, por exemplo. São dificuldades que todo agricultor passa, então apesar de difícil, não é impossível”, afirma o agricultor que foi premiado com uma visita técnica nos Estados Unidos, a convite do CESB.
O Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja é dividido nas categorias Campeão Nacional (soja irrigada/não irrigada), Campeões Municipais, Campeões Estaduais e Campeões Regionais - Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte/Nordeste – (soja de sequeiro). Para concorrer o agricultor deverá inscrever uma área que corresponda de cinco a dez hectares, que não seja Área de Preservação Permanente (APP) e deve seguir boas práticas agrícolas, além da legislação trabalhista.
Todos os campeões serão apresentados ao término da colheita, após 15 de maio, quando se encerra também o Desafio. Os ganhadores de todas as categorias receberão certificado do Comitê Estratégico Soja Brasil e passarão a ser reconhecidos em seus municípios e estados, como referência em produtividade de soja no País.
Na safra passada cerca de 2.900 áreas foram inscritas do Desafio do CESB, envolvendo mais de 9 mil profissionais, entre agricultores, agrônomos e consultores.
Atualmente, o CESB é composto por 17 Membros e doze entidades patrocinadoras: Syngenta, BASF, Bayer, TMG, Monsanto, Sementes Adriana, Agrichem, UPL do Brasil, Stoller, Produquimica, Jacto e Instituto Phytus.
Sobre o CESB
O CESB é uma entidade sem fins lucrativos, formada por profissionais e pesquisadores de diversas áreas ligadas à sojicultura, que se uniram para trabalhar estrategicamente e utilizar os conhecimentos adquiridos nas suas respectivas carreiras e vivências, em prol da produtividade brasileira. Por meio do Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, o CESB, tem como finalidade, contribuir diretamente com o rendimento das lavouras brasileiras, selecionando e divulgando técnicas viáveis, que possam ser aplicadas em grande escala, com foco na máxima produtividade.
O CESB é qualificado como uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), nos termos da Lei n° 9.790, de 23 de março de 1999, conforme decisão proferida pelo Ministério da Justiça, publicada no Diário Oficial da União de 04 de dezembro de 2009.