Assim, os três primeiros países continuam absorvendo pouco mais de um terço do total exportado (mais exatamente, 35,45%). Mas esse índice sobe para 41% se, às importações chinesas, forem adicionadas as compras de Hong Kong.
Somem-se a esses quatro os seis demais integrantes do grupo dos 10 e tem-se o destino de 66% das exportações brasileiras. Que, em relação ao mesmo período do ano passado, aumentaram perto de 5,5%, índice alcançado graças, principalmente, à Arábia Saudita (aumento de quase 17% no volume adquirido), África do Sul (perto de 30%) e Coreia do Sul (pouco mais de 84%).
À primeira vista, a China deveria integrar esse rol. Mas o aumento de 34% nas importações chinesas foi totalmente neutralizado pela queda de 27% nas importações de Hong Kong. Em decorrência o volume somado de China e Hong Kong nesses 10 meses apresenta queda de 1,5%.
Responsáveis pelos restantes 33,98% do volume exportado, os demais clientes brasileiros (134 países, 93% do total de países importadores) aumentaram suas compras em apenas 0,68%.