Vendedores se retraíram esperando novas altas, enquanto compradores seguiram relutantes em fechar novos negócios.
Com isso, os preços no mercado físico se sustentaram, mesmo com a colheita avançando no Sul e Sudeste, pois o volume disponibilizado ainda é pequeno. Já os contratos futuros com vencimentos mais recentes sinalizam leve queda. Com a forte alta acumulada nos preços do milho nos últimos meses, a Conab deverá realizar um leilão hoje (1º), quando serão colocadas à venda 148,02 mil toneladas, ou cerca de 0,27% do consumo estimado na temporada 2014/15.
Este leilão do governo federal poderá diminuir o impacto altista sobre os preços em algumas regiões, principalmente porque os valores do mercado spot estão expressivamente acima dos preços de abertura do leilão. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa, referente à região de Campinas, teve queda de 2,31% nos últimos sete dias, fechando a R$ 42,27/saca de 60 kg na sexta-feira, 29.
Se considerados os negócios também em Campinas, mas com prazos de pagamento descontados pela taxa NPR, a média à vista foi para R$ 41,85/sc, queda de 2,42% na mesma comparação. Em janeiro, as altas são de 14,77% e 14,88%, respectivamente.